quarta-feira, 3 de junho de 2015

Pardal na chuva

          Hoje tivemos a felicidade de receber na nossa equipe duas visitas muito especiais, nossos amigos do CAPS David Capistrano.  Ao mesmo tempo que nosso amigo que é membro da equipe e trabalhador do Centro de Saúde não está presente por estar em greve reivindicando seus direitos. É tempo de campanha salarial dos servidores públicos municipais.  E, diretamente do Paço Municipal mandou o seu recado: "não é só pelos 20 centavos".  Ou seja, sua participação na greve vai além do pedido por reajuste salarial é pela efetivação das políticas públicas.


          O povo está igual pardal na chuva.  As autoridades cospem no prato que comeram.  Dando sempre nota fora.  Alguns ficam igual o meia noite, olhando sobre o muro, mas nós que somos críticos, temos que ficar mais atentos ou mais antenados com os fatos relacionados às nossas vidas, seja ela pessoal ou particular, a população reclama muito, mas não luta pelos seus direitos ou mesmo vão atrás para saber, acreditam em tudo que vêem ou escutam alguém falar seja no rádio ou na televisão. São facilmente manipulados pela mídia.
          Dessa forma, ajudam a estabelecer ao caos. O caráter corruptivo de ganhar vantagem e pensar primeiro em si mesmo é a raiz da ganância. Todos querem ficar rico.  Ao mesmo tempo que há um descontrole na economia doméstica e uma dificuldade em eleger prioridades para desenvolver metas a longa e médio prazo  na vida.
           Por isso é muito bom podermos conversar e fazer nossas reflexões.  Vamos sair daqui e nos momentos necessários lembraremos de casa palavra dita por um amigo do Blog.  Porque vamos precisar de um ponto de vista amplo para tomar a melhor decisão.

Equipe Tudo Acontece

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Nostalgia de Outono

     De repente voltamos àquele lugar que há tempo não visitávamos. O que nos faz perceber o tempo e lembrar da juventude que tínhamos da última vez. Um local não é inerte, uma casa, uma rua pode nos dar a sensação de estar ali como no tempo de infância. Viramos uma esquina e encontramos uma criança que cresceu e você nem percebeu, agora está maior do que você.  
      Quando você encontra uma pessoa querida do passado e hoje ela está casada e tem filhos você se lembra da declaração que deixou de ser feita por timidez ou por outros motivos.  Você pode estar sozinho assistindo uma palestra, uma peça de teatro, um concerto musical e sem esperar ter um grande amor que chega sozinha e senta ao seu lado para compartilhar aquele momento como nos bons tempos.  Um amigo que você encontra depois de uma década e se lembra dos momentos de cantoria e felicidade conjunta.
      Ontem, dia 19 de maio, foi marcado por encontros no dia da luta antimanicomial de Campinas.  Encontro de quem tem laços verdadeiros de afeto.  Palco para a emoção de reencontrar amigos de trabalho.  Reviver o carinho do usuário que encontra depois de anos o profissional que foi importante na sua jornada e vice-versa. O outono é a estação mais reflexiva, os pensamentos são intensos como os fortes ventos. 
     A vida passa muito rápido, especialmente para quem tem problemas sérios de saúde mental.  Passa-se muito tempo cuidando da saúde, buscando-se a melhora.  E quando nos damos conta... já se passaram anos.  O ser humano já nasce gestante da morte.  Como lidar com a morte? Como lidar com a vida? 
       Do ponto de vista psicótico o tempo passa de outra forma, preso dentro de um labirinto de espaço e tempo.  Um labirinto cheio de cômodos traumáticos que ao passar por cada porta temos pendurado na parede quadros de cenas vívidas.  Coisas simples acontecem e te remetem a lembranças e sentimentos que são significativos. O círculo de amizades é mais restrito e a relação com cada profissional que passa pelo tratamento é muito significativa.
     Dizem que quando a saudade bate na porta, o amor sai pela janela. Ou seria a fome? A fome de vida.

    Equipe Tudo Acontece

quarta-feira, 13 de maio de 2015

13 de Maio: O momento histórico da Abolição e a atualidade


Por Bruno Cairos

     A luta pela abolição da escravidão foi um movimento cívico, social e econômico muito amplo. O Brasil passou por uma comoção política muito intensa, como nunca na sua história. Foram dois dias de votação e debates ácidos na Câmara dos Deputados, entre os dias 11 e 13 de maio de 1888. Foram 83 votos a favor e 9 contra o fim do regime de trabalho escravo, prática que existiu oficialmente no Brasil por mais de 350 anos. A população estava engajada e muitos participaram de manifestações. Influenciados por intelectuais negros e brancos que há décadas buscavam sensibilizar a população para a Abolição. Dentre os quais, devemos destacar Luís GamaJosé do Patrocínio e André Rebouças, grandes heróis negros. É importante ressaltar a forte resistência dos negros que formavam quilombos e organizavam fugas coletivas desde o século XVI.
     Então, há 125 anos, num dia de domingo, três horas após a aprovação na Assembleia Geral, a Lei João Alfredo foi sancionada pela Princesa Isabel, então regente do Império, no Paço Imperial, situado na cidade do Rio de Janeiro. Imediatamente após a assinatura do documento, o deputado Joaquim Nabuco se dirigiu à sacada do palácio e comunicou às 5 mil pessoas que estavam concentradas na Praça XV: "não há mais escravos no Brasil!". Em seguida, Dona Isabel apareceu na janela e foi aplaudida pelos manifestantes. Desde esse dia, ficou conhecida como Lei Áurea, a lei que possui apenas dois artigos:
"Art. 1º É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil".
"Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário".
Foi no dia 13 de maio de 1888, quando o Imperador Dom Pedro II estava doente, fazendo tratamento na Itália, portanto demorou algum tempo para ele saber do acontecimento. Por telégrafo, a notícia foi disseminada gradualmente pelas províncias do Brasil, para a América do Norte e para a Europa (SENADO, 1888).

    Mas quais os efeitos práticos que essa lei teve para a população negra no Brasil? O que aconteceu logo após a abolição? E o que vem acontecendo ao longo desses 125 anos que se passaram?
    Vamos começar por analisar três leis que antecederam a Lei Áurea: a Lei Eusébio Queiroz, a Lei do Ventre Livre e a Lei do Sexagenário.
    A Lei Eusébio de Queiroz foi promulgada pela Câmara do Deputados em 1831, ela proibia que pessoas estrangeiras desembarcassem no território brasileiro para serem escravizadas. Ou seja, a partir dessa data, todo indivíduo que chegasse da África ou de outros locais a bordo dos navios negreiros ao pisar em nosso país seria livre. O escravistas protestaram e nada mudou até 1855, quando o Parlamento da Inglaterra aprovou a Lei Bill Aberdeen que autorizou a Marinha Inglesa a afundar os navios negreiros brasileiros. Entre 1831 e 1855, com a conivência do Imperador e das autoridades brasileiras essa lei nacional foi desrespeitada, resultando no desembarque de 720 mil africanos, que aqui chegaram e foram escravizados ilegalmente (IBGE, 2000).
Lei do Ventre Livre foi por assinada por Dona Isabel, em 28 de setembro de 1871. Essa lei dava "liberdade" aos bebês, filhos das mulheres escravizadas no Brasil. Segundo, essa lei a criança deveria ser criada pelo proprietário de sua mãe até os 8 anos de idade. Nessa idade, o senhor deveria escolher entre receber do Estado 600 mil réis de indenização ou utilizar-se do serviço escravo da criança até seus 21 anos. (SENADO, 1888)
     A Lei do Sexagenário foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 1885. "Eram libertados os escravos que completassem 60 anos, com a obrigação de prestarem serviços, a título de indenização ao senhor, pelo prazo de três anos. O maior de 65 anos ?cava liberado de tais trabalhos" (SENADO, 1888, p. 2).
Agora, voltemos à nossa questão, levantada acima. Deve-se lembrar que nenhuma reparação foi dada pelos 300 anos de escravidão aos 800 mil negros em situação de escravos em 1888. E, seus descendentes sofreram diretamente as consequências da desigualdade social e econômica. Pois, desde a Lei Eusébio Queiroz, o Império vinha incentivando a imigração de trabalhadores europeus. Que passaram a substituir a mão-de-obra agrícola dos negros escravizados, sob o regime do trabalho assalariado. Também é dessa época a Lei de Terras, lei que fixou os preço das terras a um patamar inalcançável para o poder aquisitivo de um escravo recém liberto. Sem terra, sem trabalho e sendo discriminada, a população negra brasileira conseguiu avançar ao longo desses 125 anos sem nenhuma lei específica que a beneficiasse.
Mas, recentemente, tivemos aprovadas duas leis que são conquistas da população negra.      A Lei de Cotas de 2012 que reserva vagas para estudantes afro-brasileiros nas universidades federais; e a Lei 10639 de 2003 que torna obrigatório o ensino e a valorização da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas públicas e particulares de educação básica e no ensino médio. Essas leis são a aposta de que a Educação é o principal caminho para a diminuição das desigualdades sociais pós-abolição. Serão esses jovens da futura geração que terão a missão de pensar novas medidas de ordem econômica e política que poderão minimizar o produto dos mais de 350 anos de escravidão.
IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de janeiro: IBGE, 2000. Apêndice: Estatísticas de 500 anos de povoamento.
(disponível em http://brasil500anos.ibge.gov.br/ visitado em 12 de maio de 2013)
SENADO. Jornal do Senado. Rio de Janeiro: 14 de maio de 1888.
(disponível em http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/arquivos_jornal/arquivosPdf/encarte_abolicao.pdf visitado em 12 de maio de 2013)

 Para saber mais acesse a entrevista sobre Consciência Negra:

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Três protestos, seis medidas!

          Muitas coisas estão acontecendo nesse tempo.  Todos os níveis de governo que nos afetam e que nos dizem respeito estão em crise.  Segundo nosso comentarista de política Nilton, na esfera federal estamos vivendo um parlamentarismo branco.  Pois o congresso e o senado estão governando o país do ponto de vista da oposição, enfraquecendo o governo.  Os próprios partidos da base aliada votam contra os projetos da situação, inviabilizando as políticas públicas.  Chovem denúncias de corrupção.  O PMDB é um "inimigo íntimo" que está corroendo o governo por dentro.  Protestos foram realizados por eleitores do Aécio Neves, no dia 15 de março com intenção golpista. Setores da classe média foram às ruas, pedindo intervenção militar entres outras reinvicações conservadoras.  A ditadura militar que teve uma propaganda política mais eficaz que o terceiro Reich ainda paira no imaginário das elites indignadas com a políticas sociais e ampliação da democracia, como algo que foi positivo, o que é diferente do que a história nos conta sobre este regime autoritário que foi instalado em nosso país após o golpe de 1964. Onde, por exemplo, milhares de pessoas desapareceram e foram torturadas pelo fato de discordarem das ideias governistas. Foram estimulados pela imprensa que faz a cobertura ao vivo.  Imagens que falam mais do que palavras: 
          
         

       No âmbito municipal, está em pauta o debate sobre a privatização dos serviços públicos.  Foi aprovado, no dia 17 de março, um projeto de lei proposto pelo governo municipal com amplo apoio da câmara dos vereadores.  A partir desse momento a prefeitura municipal está autorizada a terceirizar os serviços públicos, ou seja, as empresas privadas e as organizações sociais (OS) passam a poder fazer a administração dos serviços nas áreas de saúde, educação, cultura, assistencia social, etc.  Apenas a segurança pública e o ensino fundamental não estão ameçados pela privatização, pois são amparados pela Constituição.  No dia 24 de março, pessoas foram às ruas protestando contra a privatização, com a máxima de que o prefeito está vendendo Campinas. A marcha seguiu do Hospital "Mário Gatti" até o Palácio dos Jequitibás (prefeitura).  O hospital citado está passando por um processo gradual de privatização, começando pela sua farmácia.


            Já no âmbito estadual, professores estão em greve sem repercussão na mídia. Há silêncio do governador, há silêncio nos meios de comunicação, há silêncio nas escolas onde as carteiras estão vazias e os alunos estão sem aula e a voz dos professores não está ecoando nos quatros cantos do estado como deveria acontecer. O governador do estado de São Paulo, inclusive, nega que haja um movimento grevista acontecendo. Justificando que as ausências dos professores estão relacionadas com faltas normais que acontecem todos os dias por motivos diferentes às reivindicações trabalhistas.
             Os professores não pensam como nosso governador e, inclusive, tem utilizado as redes sociais para esclarecer aos estudantes e a população as suas reivindicações e a realidade que estão vivendo nas escolas.





           Por isso, gente, nosso blog quer ser um meio de comunicação que informa a população criticamente e tentamos não esconder o que pensamos ou escolhemos o que publicamos, pelo fato de alguns assuntos ou fatos ocorridos contrariarem nossos interesses ou nossa opinião. 
                 Informe-se, participe, engaje-se!

Equipe tudo acontece
                    




sábado, 7 de março de 2015

Porque virou moda a imprensa usar a palavra esquizofrenia para tudo

A imprensa é mestre na arte do uso metafórico da palavra esquizofrenia. Os portadores dessa doença apresentam períodos em que têm dificuldade para distinguir o real do imaginado. Podem ocorrer mudanças na forma de pensar e sentir, com prejuízo das relações afetivas e do desempenho profissional e social.

Esquizofrenia é isso, mas na linguagem corrente passou a designar todas as mazelas da política, da economia e as esquisitices da cultura pop. Faltou palavra? Tascamos um esquizofrênico e todo mundo entende o que queremos dizer.

Uma amostra dessa prática foi reunida num interessante estudo sobre o estigma da esquizofrenia na mídia, assinado por Francisco Bevilacqua Guarniero, Ruth Helena Bellinghini e Wagner Gattaz.

O uso metafórico da palavra “esquizofrenia” e, principalmente, “esquizofrênico (a)”, nos sentidos de “absurdo”, “incoerente” e “contraditório” é recorrente.

Nas colunas de política, são esquizofrênicos: o governo, o Judiciário, as relações Brasil-Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a Comunidade Europeia.

Nas colunas de economia, esquizofrênicas são a política cambial e a política econômica.

Nas editorias de artes e espetáculos, quase tudo é classificado como esquizofrênico(a):

• O Festival de Cinema de Gramado
• O show da cantora Cyndi Lauper (que passa de “clássicos a platitudes pop”)
• O ritmo do musical Evita
• Batman
• O ator (que se despe de si mesmo para vestir um personagem, segundo a atriz Bruna Lombardi)
• A infelicidade de hoje (segundo o cineasta e colunista Arnaldo Jabor)
• Rose, a vizinha do personagem Charlie Harper na série Two and a Half Man
• A cantora Madonna (que na adolescência não se decidia entre ser freira e popstar, segundo ela mesma)
• O jornal The New York Times (por cobrar pelo acesso online, mas distribuir conteúdo gratuitamente nas redes sociais)

Seria divertido se não fosse trágico. A assistência à saúde mental no Brasil vive uma crise profunda. Há uma luta ideológica entre os psiquiatras e parte dos psicólogos. As famílias estão desesperadas. Falta acesso a medicamentos, ambulatórios e leitos psiquiátricos para internar os pacientes nos momentos de crise. Apenas 2% dos gastos do SUS são destinados à saúde mental.

Mudar isso tudo depende de mobilização, dinheiro e disposição para a luta política. Combater o estigma não custa nada e depende da vontade individual. Um bom começo é pensar nas palavras que escolhemos e repetimos. Elas têm peso e consequência.

Blog do Tear

quarta-feira, 4 de março de 2015

Dia da Mulher: "Respeite-me!"

O dia internacional das mulheres está chegando e com muito respeito falaremos sobre esse assunto.  Nesse dia, nossa equipe está completa, como podemos ver nessa foto da nossa sala de redação.  Ainda pela imagem abaixo, percebe-se que nossa equipe tem apenas uma mulher.  Sem as suas contribuições seria impossível construir esse texto.  Não é possível para um homem saber o que é ser mulher.  Seria uma hipocrisia dizer não existem opiniões e relações machistas entre a gente.  Esse dia é uma grande oportunidade de refletir, repensar e reelaborar a nós mesmos. É um grande desafio falar sobre esse assunto.

As mulheres brasileiras ainda buscam muitos avanços no cotidiano, gostariam de mais respeito ao andar pelas ruas sem serem assediadas.  Algumas pessoas argumentam que o motivador do assédio é a roupa curta ou apertada. Mas quando um homem está sem camiseta na rua? É ele quem está pedindo para ser assediado?  Apenas o homem sente calor? Existe alguma contradição aí! A mulher não precisa usar uma burka para ser respeitada. A mulher tem o direito de ser livre para andar pelas ruas de seu bairro ou em qualquer lugar sem ser assediada em plena luz do dia ou de madrugada.

A mulher conquistou o mercado de trabalho, juntamente foi lhe atribuída uma dupla jornada de trabalho.  Alguns homens dizem que "ajudam" a mulher nas funções domésticas.  Mas "ajudar" não é o mesmo que se responsabilizar da mesma forma.  

Foi ressaltado que algumas mulheres ascenderam a funções máximas de poder.  Na América do Sul temos mulheres na presidência do Brasil, da Argentina e do Chile. Na Europa, temos mulheres na presidência da Bulgária, da Alemanha (primeira ministra), entre outros países.   Além da Hillary Clinton que tem um grande papel de articulação no governo do presidente Barack Obama dos EUA.

As mulheres alcançaram situações de poder e o mercado de trabalho em quase todo o mundo.  Ainda existem países onde os direitos para as mulheres são mínimos.  Por isso, podemos comemorar as conquistas da mulheres brasileiras. Mas não podemos esquecer das conquistas que ainda almejamos aqui no Brasil e da solidariedade com as mulheres dos outros países. 

Na nossa equipe temos a sorte de contar com pessoas com grande conhecimento mitológico, bíblico e espiritual.  Podemos aprender no dia de hoje sobre a história de Lillith, a mulher que não se submeteu ao homem nas relações sexuais.  Conta a lenda que ela foi a primeira esposa de Adão e esse seu marido.  Em certa ocasião, durante o ato sexual, Lillith se revolta e não aceita um posição sexual em que fique por baixo. Como consequência ela se torna um demônio que assombra os homens em condição de noivado.  Logo depois surge Eva, a mulher submissa.

Por se tratar de uma história mitológica o mais importante é o simbolismo ao qual ela remete.  A mulher que não quis se submeter à autoridade masculina imposta e não sugerida é vista nessa sociedade machista como um ser maligno.  Essa atitude de demonizar a mulher rebelde é típica do medo da perda de autoridade e do desconhecimento dos poderes ocultos da mulher.

Um grande abraço a todos! Respeitem as mulheres que você ama! E as mulheres desconhecidas ao andar pelas ruas! Fica nosso recado!

Equipe Tudo Acontece

 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Whiplash - Em Busca da Perfeição

O solitário Andrew (Miles Teller) é um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração e marcar seu nome na música americana como fez Buddy Rich, seu maior ídolo na bateria. Após chamar a atenção do reverenciado e impiedoso mestre do jazz Terence Fletcher (JK Simmons), Andrew entra para a orquestra principal do conservatório de Shaffer, a melhor escola de música dos Estados Unidos. Entretanto, a convivência com o abusivo maestro fará Andrew transformar seu sonho em obsessão, fazendo de tudo para chegar a um novo nível como músico, mesmo que isso coloque em risco seus relacionamentos com sua namorada e sua saúde física e mental.

Blog do Tear