quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Tô pê-da-vida!


No dia de hoje o grupo do Blog conversou sobre episódios de conflito que acontecem a partir de sentimentos de raiva e descontrole. Conversamos também sobre as diferentes formas de lidar com esses sentimentos e como evitar tais situações.







Um dos participantes relembrou o caso do lutador de boxe, Mike Tyson, que em uma de suas lutas, em que estava perdendo para o outro lutador, mordeu a orelha do mesmo, ferindo-o seriamente. Na opinião do grupo, Mike Tyson perdeu o controle a partir do sentimento de raiva decorrente de uma possível derrota.
Também conversamos sobre episódios de brigas no trânsito, concluindo que, muitas vezes, o descontrole e as brigas nessas situações decorrem de muitos outros fatores anteriores que acontecem na vida que vão nos deixando nervosos.

Um dos participantes comentou que estava se sentindo dessa forma e que gostaria de ter um saco de pancadas para poder usa-lo e descarregar a raiva. Outro participante comentou que quando está muito nervoso reza para se acalmar. Conversar com alguma pessoa para se acalmar também sempre faz bem, ou tentar um acordo para resolver o problema.


Uma outra forma de lidar com o sentimento de raiva é ocupar-se com algo que faça sentido, com algo que gosta, como o trabalho, ou algum hobbie, como ouvir música ou praticar atividade física.

Alguns participantes também referiram que preferem ficar reservados e guardar para si o sentimento a fim de não gerar briga, ou até mesmo chorar para aliviar.
O grupo chegou a conclusão que é difícil manter a razão quando nos descontrolamos e que muitas vezes não percebemos os múltiplos fatores que nos deixam nervosos no cotidiano e acabamos descontando em outra pessoa quando determinado episódio, as vezes de pequena proporção, acontece.
Por isso, é importante sempre termos na manga formas de lidar com esses sentimentos para evitar os conflitos e situações de violência.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A Sexualidade em Debate




Como é a nossa sexualidade?
A sexualidade nos homens e nas mulheres é diferente?
Acreditamos que a sexualidade não se resume só ao sexo. Achamos que tem a ver com muitas outras coisas que envolvem a relação entre as pessoas. 
Alguns de nós acham que esse assunto é extremamente particular e não deve ser tratado publicamente. Outros acham que o debate é público e que é nosso direito saber de informações básicas e esclarecer nossas dúvidas..
Porém, uma conclusão é que ainda esse assunto ainda é tabu, ou seja, grande parte de nós não se sente à vontade ou bem acolhido pelas outras pessoas para conversar sobre esse assunto.
Um fato que nos impressiona é como essa questão está relacionada a muitas outras dimensões da vida. Estudiosos como Freud e Jung acreditaram por muito tempo que a maioria dos conflitos vividos pelas pessoas tinham a ver com problemas em sua sexualidade. O filme "Um Método Perigoso" ilustra uma parte desse debate.    
Questões originadas a partir do machismo e o feminismo também influenciam a sexualidade.
Sobre o sexo achamos que é bom. O sexo não tem que ser obrigatório e que mulheres e homens tem o direito de não fazer sexo quando não quiserem. No nosso grupo falamos do desconforto, inclusive, quando o nosso parceiro ou parceira quer ter relação sexual e a gente não quer e como é desagradável as brigas que acontecem por causa disso.
Na saúde mental entendemos que infelizmente a sexualidade das pessoas com transtorno mental é extremamente negada ou negligenciada. 
Pessoas do nosso grupo contaram que tem remédios que diminuem o apetite sexual (libido). Conhecemos casos de homens que após tomar os remédios do tratamento tornaram-se impotentes e nunca tiveram a oportunidade de conversar com os (as) profissionais sobre isso ou que quando tentaram falar não foram escutados.
Temos experiências no grupo de pessoas que conseguem conversar com amigas e amigos sobre essas questões e na terapia com psicólogas ou seus terapeutas.
Sentimos que temos muitas dúvidas, discordâncias e preconceitos.
Tem pessoas do nosso grupo que acreditam que existem papéis que são de homens e mulheres na sociedade. Entretanto, outras pessoas acham que homens e mulheres tem responsabilidades comuns e que precisam ser divididas na casa e na vida.
Sobre relações homoafetivas, entre pessoas do mesmo sexo, concluímos que apesar de várias pessoas do não concordarem ou acharem normal a relação de homem com homem e de mulher com mulher é preciso respeitar, pois todas as pessoas tem direitos. Concordamos que a orientação sexual das pessoas é direito e não sinônimo de doença.
Falamos sobre muitas outras coisas também como a traição e a reação de homens e mulheres com esse fato. 
Entendemos que cada um tem a sua forma de pensar, mas, podemos mudar de opinião.
Portanto, é preciso respeitar.


Equipe Tudo Acontece





quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Sobre as vozes, preconceito, intolerâcia e o perdão

     Você acha normal ouvir vozes?
    Se é ou não é normal, isso não nos importa muito. Pois, é fato que existem muitas pessoas que ouvem vozes que ninguém ouve, falam com elas e falam sozinhas.  
Muitos participantes do nosso grupo ouvem vozes ou falam sozinhos. O que nos preocupa é porque as pessoas tem tanto preconceito com isso? Falar sozinho é um hábito de muitas pessoas. Muitas vezes pensamos alto ou conversamos conosco mesmo.  Já as pessoas que ouvem as vozes contam que não tem controle sobre isso e que ouvir vozes de pessoas que ninguém vê, não é necessariamente uma coisa ruim. Tem gente que conversa com pessoas queridas que já faleceram, ouvem a voz da consciência, ouvem vozes de pessoas que conhecem e também ouvem vozes que pedem para eles fazerem coisas.
    As vozes falam coisas boas e ruins. Então é necessário avaliar o que fazer. É como na vida com as pessoas. As pessoas nos dizem coisas boas e ruins e por isso temos sempre que procurar ficar com aquilo que nos faz bem.
    É necessário colocar-se no lugar das outras pessoas antes de tomar uma atitude, nós também temos opiniões equivocadas e agimos de forma impulsiva, não percebemos muitas vezes que magoamos as pessoas.
  Ao falar sobre esse assunto chegamos a um ponto comum em várias situações vividas: o preconceito.
    O preconceito provoca intolerância que gera muito sofrimento. Tem gente que já foi discriminado e que já sofreu violência por ouvir vozes e falar sozinho.
   Achamos que o preconceito, a intolerância e a violência não resolvem nada e pensamos que é fundamental resolver problemas com diálogo, sem ter que brigar ou fazer coisas contra a vontade das pessoas.
    Entendemos que mesmo quando as pessoas são intolerantes e nos magoam devemos conceder o perdão. O perdão não é igual para todas as pessoas e devemos inclusive saber como lidar com isso. Tem gente que não guarda mágoa. Mas as vezes "pisamos na bola" com alguém e mesmo pedindo desculpa a pessoa ainda precisa de um tempo para conseguir nos desculpar.
     Temos que aprender a lidar com isso e encontrar a melhor forma de conviver com esse sentimento.

Equipe Tudo Acontece


"Do inimigo aperte a mão com doçura e sem rancor ao contato do perdão toda pedra vira flor"
                                                                                                            Rivaldo De Sousa

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Oração para o Tear das Artes (Nilton Lisboa)

Senhor meu bom Deus
Abençoai aqui quem chega nesta casa
Procurando um pouco de alegria, esperança, amizade...
E dias melhores
Ó meu bom Deus
Pedimos humildemente
que nos dê forças e sabedoria para que nós do Tear
Possamos levar um pouco de alegria, esperança e conforto...
Aos que aqui chegam
Pedimos ao nosso bom Deus
Que olhai aqui quem chega e quem sai
Ó meu bom Deus
Pedimos que cada amanhecer seja de alegria e paz
Ó meu bom Deus
Pedimos a vossa benção
E nunca deixe faltar nada no Tear das Artes
Que possamos continuar levando um pouco de paz, alegria e esperança
Para todos que aqui chegam

Obrigada Senhor!



Muito Obrigada ao amigo Nilton Lisboa por tão lindas e abençoadas palavras!
Essa oração está afixada no mural de entrada do serviço!

Elvira Braga 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Eleições 2016: a política em debate


Hoje o grupo do Blog discutiu sobre as eleições.  

Os participantes do grupo acreditam que é muito importante votar. Porém as pessoas estão desacreditando na politica. Achamos que é importante que a cidade tenha esporte, educação, saúde, transporte e cultura. Acreditamos que o transporte piorou na nossa cidade.
Muitas vezes os eleitores votam  em candidatos a partir dos seus próprios interesses, não se preocupando com o bem comum.
Outros eleitores votam nulo. Dessa forma beneficiam o candidato que está ganhando.
Por que as pessoas anulam seu voto?
Acreditamos que pode ser como forma de protesto para demonstrar insatisfação.
Outra questão levantada pelo grupo é o fato de usuários dos serviços de saúde mental sofrerem preconceito nas discussões sobre politica. As suas opiniões não são consideradas. Entendemos que isso é um desrespeito ao direito  dessas pessoas, pois entendemos de política sim!






quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ARTE DE BARRO: A QUEIMA


No dia de hoje fomos convidados a participar da apresentação da "Queima do Barro", um evento que acontece uma vez ao ano no Centro de Convivência Tear das Artes, onde as obras de barro produzidas pelos participantes das Oficinas do Barro passam pelo processo de queima para se tornar cerâmica.

Este ano foram feitas Oficinas de Barro itinerantes em outros Centros de Convivência e em um Centros de Saúde, com o objetivo de integrar os serviços de saúde e cultura da cidade. Esta proposta surgiu do planejamento da Oficina de Barro do Tear. Ao final do projeto a queima de todas as peças está sendo feita no Tear das Artes.
Os serviços convidados foram o CECCO Toninha, Espaço das Vilas, Portal das Artes, Tear das Artes, Casa dos Sonhos, Rosa dos Ventos e o Centro de Saúde União dos Bairros.

A queima do barro é bem semelhante a produção/queima dos tijolos. Um dos participantes contou que já trabalhou em uma Olaria na produção de telhas e tijolos e alguns participantes contaram que também já tiveram a experiência de ver a queima em vários fornos diferentes. A apresentação da Queima do Barro reacendeu lembranças de infância nos participantes do grupo.

Antes de virar cerâmica o barro é como uma argila seca e, portanto, se molhada, desmancha, tornando a virar barro. Depois da queima do barro os objetos podem ser utilizados no cotidiano, pois a queima dá durabilidade a peça, tornando-a cerâmica.
Hoje está sendo feita a queima do barro e na sexta-feira será realizada a abertura do forno para retirada e apresentação das peças.
Neste evento as peças também serão pintadas e haverá uma confraternização com a realização de uma atividade do Movimento Vital Expressivo, a participação do Grupo Comunitário do Centro de Saúde Vista Alegre e com comes e bebes.
Infelizmente, pela falta de transportes na cidade para os serviços de saúde e cultura, nem todos os serviços conseguirão enviar representantes para o evento.

Durante todo o dia estará ocorrendo o evento.

ESTÃO TODOS CONVIDADOS! QUEM QUISER É SÓ CHEGAR!





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AGENOR MIRANDA ARAUJO NETO

AGENOR MIRANDA ARAUJO NETO
CAZUZA EXAGERADO [AO VIVO]

VAI GALERA
AMOR DA MINHA VIDA
DAQUI ATÉ A ETERNIDADE
NOSSOS DESTINOS FORAM TRAÇADOS
NA MATERNIDADE

POSSE CRUEL DESENFREADA
TE TRAGO MIL ROSAS ROUBADAS
PARA DESCULPAR MINHAS MENTIRAS
MINHAS MANCADAS

EXAGERADO
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU MESMO EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO

EU NUNCA MAIS VOU RESPIRAR
SE VOCÊ NÂO ME NOTAR
EU POSSO ATÉ MORRER DE FOME
SE VOCÊ NÂO ME AMAR

QUE POR VOCÊ EU LARGO TUDO
VOU MENDIGAR,ROUBAR,MATAR
ATÉ NAS COISAS MAIS BANAIS
PARA MIM É TUDO OU NUNCA MAIS

UUUU
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO [EH]

QUE POR VOCÊ EU LARGO TUDO
CARREIRA,DINHEIRO,CANUDO
ATÉ NAS COISAS MAIS BANAIS
PARA MIM É TUDO OU NUNCA MAIS

EXAGERADO
JOGADO AOS SEUS PÉS
EU SOU EXAGERADO
ADORO UM AMOR INVENTADO

JOGADO AOS SEUS PÉS
COM MIL ROSAS ROUBADAS
EXAGERADO
EU ADORO UM AMOR INVENTADO [EH]

JOGADO AOS SEUS PÉS
COM MIL ROSAS ROUBADAS
EU ADORO UM AMOR UM AMOR INVENTADO

TRAIDA
EXAGERADA E VERDADEIRA