Diante de toda violência e desordem do Dia a Dia, mostramos como pessoas podem resolver suas diferenças com bom humor.
Aos amigos Oswaldo e Rivaldo.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Entrevista com a Psicóloga Nayara Portilho
Hoje estamos recebendo a visita da psicóloga Nayara. Vamos aproveitar o espaço do Blog para entrevistá-la. Ressaltamos que a visita seja bem-vinda.
Nayara, o que você faz em São Paulo?
Eu faço uma Pós-Graduação, chamada Residência Multiprofissional. A minha é na Área de Saúde Coletiva e Atenção Primária. Nosso foco principal é trabalhar em Centro de Saúde, e também conhecer e aprender como se faz a Gestão dos serviços de saúde no nosso Estado. Tem muitas profissões: psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, médicos e dentistas.
- Você já conhecia Campinas, Nayara?
Não, é a primeira vez que venho aqui.
Você já trabalha com pessoas, atendendo e etc?
Sim, trabalho. Em São Paulo, Capital, trabalho em uma UBS (Unidade Básica de Saúde), que em Campinas vocês chamam Centro de Saúde.
Nesses atendimentos e no seu trabalho, qual o maior problema que você percebe que a população enfrenta hoje em dia?
Temos discutido muito as relações humanas. Os problemas e as coisas boas da vida, as dificuldades, etc...
Relações humanas é amplo. Gostaríamos que você pudesse especificar.
Trabalho em um bairro, Jardim Boa Vista, que é bastante vulnerável. Percebo muitos homens que chegam desempregados, isso causa muito sofrimento e preocupação. As famílias ficam ainda mais vulneráveis.
A questão da violência, também é muito presente. Assaltos, violência pelo tráfico, etc...
(Nilton) - Acho que o desemprego causa muitos problemas. A pessoa desempregada sofre muito, sem poder ajudar sua família, e isso causa também mais problemas e violência.
Sim, isso é algo que podemos perceber.
O que vocês fazem para amenizar essa situação? Como vocês assistem essa população?
O modelo que trabalhamos é a Estratégia Saúde da Família. Fazemos visitas, conhecendo o contexto familiar, situacional, do território, etc... Trabalhamos também próximo à Assistência Social (CRAS E CREAS). Também oferecemos espaços de escuta, articulando estratégias de cuidado e assistência
(Rivaldo) A questão do desemprego não vai ser resolvida por psicólogos ou pela saúde, totalmente. As circunstâncias são diferentes, a depender das pessoas. Porque ou como um psicólogo pode ajudar nisso?
Compreendemos que as situações de vida, influem na saúde das pessoas. Ou seja, uma situação de vida pode acarretar em sofrimento psíquico, e com isso podemos trabalhar. Tentamos fazer um trabalho que não separe o sofrimento psíquico de todo o resto da vida de uma pessoa. A Assistência Social cuida das questões mais concretas e pragmáticas. E nós, psicólogos, oferecemos momentos de escuta, articulamos com outros profissionais, etc...
(Oswaldo) Como está a questão da saúde, emprego, etc?
A situação está difícil. Nosso prefeito, é o Doria. Vocês conhecem??
Conhecemos o João Doriana, ou o Prefake!
Hahahaha, é isso. O prefeito está cortando muitos serviços que o Estado deveria oferecer. A Cidade de São Paulo, na saúde, foi divida entre diversas OS's (Organizações Sociais), a depender da zona da cidade. Constatamos falta de insumos e materiais para trabalho, medicações, etc...
Sem dúvidas é um momento difícil, como está em Campinas, e também no cenário nacional.
São Paulo é uma cidade muita rica, o Estado também. A questão de São Paulo é política. Não é de crise financeira. Constatamos os desvios Estaduais, corrupção em nível Estadual, e o Tribunal de São Paulo parece muito conivente com os governantes. Não são investigados a fundo. E apesar disso, o governo vem cortando todos os projetos que beneficiam a população mais vulnerável.
Concordo. São Paulo poderia ter outra condição. A Justiça não parece tão imparcial, por vezes até seletiva.
(Nilton) Pois é, ontem quando tornaram públicas as denúncias contra Lula e Dilma, nem citavam as denúncias aos outros partidos.
(Giovanni) Há quanto tempo você está aqui?
Cheguei há dois dias, ainda estou entendendo como funciona Campinas.
Então tem 3 dias que você chegou em Campinas. Muita gente vem de São Paulo para cá.
Sim, nós ouvimos muito sobre a rede de Saúde de Campinas. E por isso temos muita vontade de conhecer.
Nayara, antes de encerrar, gostaríamos de saber suas impressões sobre Campinas e sobre o que você conheceu aqui.
Olha, começando pelo transporte público. É muito caro e muito ruim, principalmente se comparado com o preço.
A cidade eu gostei. Ela é grande, mas com uma cara de interior, muito acolhedora. Fui muito bem acolhida pelas pessoas, me senti muito feliz por isso. Pessoas muito afetuosas. Me fez lembrar da minha cidade natal, Uberlândia, Minas Gerais.
A rede de saúde me impressionou também. Vocês fazem ações de saúde muito interessantes, que em São Paulo ainda não tive a possibilidade de conhecer.
Estou muito agradecida pela oportunidade, e isso será muito importante para minha formação.
(Equipe Blog do Tear e Nayara)
Nayara, o que você faz em São Paulo?
Eu faço uma Pós-Graduação, chamada Residência Multiprofissional. A minha é na Área de Saúde Coletiva e Atenção Primária. Nosso foco principal é trabalhar em Centro de Saúde, e também conhecer e aprender como se faz a Gestão dos serviços de saúde no nosso Estado. Tem muitas profissões: psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, médicos e dentistas.
- Você já conhecia Campinas, Nayara?
Não, é a primeira vez que venho aqui.
Você já trabalha com pessoas, atendendo e etc?
Sim, trabalho. Em São Paulo, Capital, trabalho em uma UBS (Unidade Básica de Saúde), que em Campinas vocês chamam Centro de Saúde.
Nesses atendimentos e no seu trabalho, qual o maior problema que você percebe que a população enfrenta hoje em dia?
Temos discutido muito as relações humanas. Os problemas e as coisas boas da vida, as dificuldades, etc...
Relações humanas é amplo. Gostaríamos que você pudesse especificar.
Trabalho em um bairro, Jardim Boa Vista, que é bastante vulnerável. Percebo muitos homens que chegam desempregados, isso causa muito sofrimento e preocupação. As famílias ficam ainda mais vulneráveis.
A questão da violência, também é muito presente. Assaltos, violência pelo tráfico, etc...
(Nilton) - Acho que o desemprego causa muitos problemas. A pessoa desempregada sofre muito, sem poder ajudar sua família, e isso causa também mais problemas e violência.
Sim, isso é algo que podemos perceber.
O que vocês fazem para amenizar essa situação? Como vocês assistem essa população?
O modelo que trabalhamos é a Estratégia Saúde da Família. Fazemos visitas, conhecendo o contexto familiar, situacional, do território, etc... Trabalhamos também próximo à Assistência Social (CRAS E CREAS). Também oferecemos espaços de escuta, articulando estratégias de cuidado e assistência
(Rivaldo) A questão do desemprego não vai ser resolvida por psicólogos ou pela saúde, totalmente. As circunstâncias são diferentes, a depender das pessoas. Porque ou como um psicólogo pode ajudar nisso?
Compreendemos que as situações de vida, influem na saúde das pessoas. Ou seja, uma situação de vida pode acarretar em sofrimento psíquico, e com isso podemos trabalhar. Tentamos fazer um trabalho que não separe o sofrimento psíquico de todo o resto da vida de uma pessoa. A Assistência Social cuida das questões mais concretas e pragmáticas. E nós, psicólogos, oferecemos momentos de escuta, articulamos com outros profissionais, etc...
(Oswaldo) Como está a questão da saúde, emprego, etc?
A situação está difícil. Nosso prefeito, é o Doria. Vocês conhecem??
Conhecemos o João Doriana, ou o Prefake!
Hahahaha, é isso. O prefeito está cortando muitos serviços que o Estado deveria oferecer. A Cidade de São Paulo, na saúde, foi divida entre diversas OS's (Organizações Sociais), a depender da zona da cidade. Constatamos falta de insumos e materiais para trabalho, medicações, etc...
Sem dúvidas é um momento difícil, como está em Campinas, e também no cenário nacional.
São Paulo é uma cidade muita rica, o Estado também. A questão de São Paulo é política. Não é de crise financeira. Constatamos os desvios Estaduais, corrupção em nível Estadual, e o Tribunal de São Paulo parece muito conivente com os governantes. Não são investigados a fundo. E apesar disso, o governo vem cortando todos os projetos que beneficiam a população mais vulnerável.
Concordo. São Paulo poderia ter outra condição. A Justiça não parece tão imparcial, por vezes até seletiva.
(Nilton) Pois é, ontem quando tornaram públicas as denúncias contra Lula e Dilma, nem citavam as denúncias aos outros partidos.
(Giovanni) Há quanto tempo você está aqui?
Cheguei há dois dias, ainda estou entendendo como funciona Campinas.
Então tem 3 dias que você chegou em Campinas. Muita gente vem de São Paulo para cá.
Sim, nós ouvimos muito sobre a rede de Saúde de Campinas. E por isso temos muita vontade de conhecer.
Nayara, antes de encerrar, gostaríamos de saber suas impressões sobre Campinas e sobre o que você conheceu aqui.
Olha, começando pelo transporte público. É muito caro e muito ruim, principalmente se comparado com o preço.
A cidade eu gostei. Ela é grande, mas com uma cara de interior, muito acolhedora. Fui muito bem acolhida pelas pessoas, me senti muito feliz por isso. Pessoas muito afetuosas. Me fez lembrar da minha cidade natal, Uberlândia, Minas Gerais.
A rede de saúde me impressionou também. Vocês fazem ações de saúde muito interessantes, que em São Paulo ainda não tive a possibilidade de conhecer.
Estou muito agradecida pela oportunidade, e isso será muito importante para minha formação.
(Equipe Blog do Tear e Nayara)
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
A Flor da Pele
Hoje o Blog do Tear está muita treta!Vários de nossos integrantes estão a Flor da Pele e algumas brigas e discussões estão acontecendo, inclusive entre a gente.
Por essa razão resolvemos conversar hoje sobre como lidamos e resolvemos os nossos problemas.
Na experiência de várias pessoas brigas acontecem e a gente perde a paciência.
Então, hoje, o X da questão é a forma que cada um enfrenta ou reage frente a um problema.
Entre nós foi quase unânime: "Já nos exaltamos na vida"! Por causa disso já nos envolvemos em brigas, discussões e desentendimentos que infelizmente não terminarem bem.
Existem experiências diferentes em nosso grupo há entre nós pessoas calmas, tranquilas e explosivas ou de "pavio curto".
Nós fomos criados em ambientes diferentes, alguns de nós vem de famílias extremamente difíceis onde ocorriam muitas brigas e discussões e isso teve reflexos na vida. Com certeza influencia ou influenciou nossas atitudes. Também convivemos com violências e desentendimentos no âmbito familiar. Algumas famílias resolviam na base da conversa, outras na base da gritaria ou literalmente na "base da porrada". Outras pessoas tiveram a experiência de que quando as coisas saiam do prumo elas eram controladas na base do olhar, um olhar firme de seus pais, mas que mostrava muita coisa.
Na adolescência já criamos muito caso e causamos muita confusão. Nos envolvemos em brigas sim e, inclusive, "saímos na mão" para resolver situações problemáticas que estávamos passando. Entendemos que isso se deveu a muita falta de diálogo e imaturidade da nossa parte. Já batemos e já apanhamos e compreendemos que a violência não resolve problema, só cria mais problemas.
No grupo tem até pessoas que acreditam serem muito explosivas e precisam de tratamento para controlar seus picos de agressividade.
Tem horas que a gente se chateia com a atitude de alguém e isso nos faz ficar nervosos. O que nos preocupa é a forma como reagimos e agimos influenciados por essa raiva. Entendemos que nós também provocamos raiva nas pessoas e nem sempre nos damos conta do que causamos e isso acaba gerando atrito.
As circunstâncias que a vida nos coloca faz parte do nosso processo de amadurecimento e nos ajuda a aprender coisas. Aprendemos a reconhecer que erramos também e que o calor do momento não é a melhor ocasião para apaziguar ou resolver um problema.
Um de nossos integrantes contou que passou por experiências amargas na infância e adolescência e que hoje em dia a superação dessas dificuldades colabora para ele ter mais equilíbrio e refletir melhor sobre as coisas que vive e faz. Para outra pessoa do grupo, que tem esquizofrenia, a agressividade já foi um grande problema porque devido ao seu transtorno mental teve muitos desentendimentos na vida. Porém, hoje lida bem melhor com isso porque faz tratamento e descobriu na poesia e na arte uma forma muito eficaz de extravasar suas angustias e sentimentos. Hoje dia o que chama muito a atenção dele é o fato dele ter ido procurar tratamento para lidar com seus problemas, mas muitas pessoas com as quais ele convive continuam agressivas e lhe causam sofrimento e não procuram se cuidar.
Constatamos que todos tem problemas e que grande parte dos problemas que temos e nos envolvemos, está bastante relacionado a outros problemas, como problemas financeiros e pessoais. A situação de crise que nosso país atravessa, por exemplo, colabora muito para os ânimos ficarem exaltados e as pessoas se agredirem mutuamente.
Todo mundo precisa entender e aceitar que a forma de resolver os problemas é na base da conversa.
Sobre o tratamento entendemos que as pessoas precisam de ajuda para resolver seus problemas e o tratamento é muito importante para isso. Tratamento não é só para "doido" como as vezes umas pessoas dizem. É preciso aceitar que temos problemas e que as vezes sozinhos não conseguiremos resolver e podemos precisar do apoio de um profissional de saúde.
Todo mundo precisa entender e aceitar que a forma de resolver os problemas é na base da conversa.
Sobre o tratamento entendemos que as pessoas precisam de ajuda para resolver seus problemas e o tratamento é muito importante para isso. Tratamento não é só para "doido" como as vezes umas pessoas dizem. É preciso aceitar que temos problemas e que as vezes sozinhos não conseguiremos resolver e podemos precisar do apoio de um profissional de saúde.
Deixamos aqui alguns pensamentos do dia:
"O jogo é perde e ganha: tanto bate quanto apanha"
"A gente não faz as coisas sozinho. Quando um não quer, dois não brigam"
"A gente não faz as coisas sozinho. Quando um não quer, dois não brigam"
"Parar, pensar, refletir e dialogar."
"As vezes a bola de gude vira bola de neve."
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Vivendo no Absurdo: Como viver e conviver com a crise política, social e econômica que estamos vivendo no Brasil
Hoje, 9 de agosto, completamos 7 anos do nosso Blog e como sempre presenteamos vocês e nós com debates e conversações sobre a vida e a nossa realidade o que é nossa maior virtude.
Chegamos a conclusão de que uma situação está nos tomando a vida. Na nossa opinião essa situação é absurda! Estamos falando da crise política, social e econômica que nosso país atravessa.
Para grande parte dos nossos membros a situação política tem responsabilidade direta da classe política e em especial nossa atual governo federal. Começando pelo presidente, percebemos que grande parte dos políticos brasileiros estão compromissados com os próprios interesses ou com os interesses daqueles que os financiam, como grandes empresários e pessoas muito ricas que só enxergam os seus próprios interesses.
Na nossa análise esse cenário começa há muitos anos atrás quando algumas reformas se iniciaram. Um ponto que temos acordo é o ataque que a Educação Pública vem sofrendo a décadas. Por exemplo, grande parte das escolas públicas hoje tem um regime de funcionamento em que os estudantes tem aprovação quase que automática sem que seja necessário os estudantes demonstrarem resultados que justifiquem sua aprovação. Na nossa opinião, essas e outras medidas influenciaram na formação política, social e cultural de nossa população e isso nos tornou ainda mais frágeis e ignorantes o que colabora para nossa paralisação e dificuldade em perceber os ataques aos nossos direitos e conquistas.
Entendemos que temos sido usados como massa de manobra a serviço dos interesses que não nos beneficiam. Achamos que a televisão brasileira tem sido o grande instrumento de convencimento e enganação do povo.
Parece que os governantes hoje querem que a gente volte para trás. Lembramos dos anos 80 quando, apesar das pessoas terem emprego a inflação era altíssima e os preços eram reajustados quase que diariamente. O que fazia com que a população tivesse o poder aquisitivo baixíssimo e a gente quase não conseguia comprar nada. A saúde pública era restrita e só conseguia ter acesso quem tinha emprego com carteira assinada em uma época que a maioria das pessoas era trabalhador informal. A educação pública se dizia de qualidade, porém, o número de vagas era insuficiente para atender a população, o índice de evasão escolar era altíssimo e a maioria das pessoas não conseguia concluir o ensino fundamental.
Conversamos sobre as questões vividas na experiência de cada uma das pessoas. Entendemos que desde os tempos da ditadura militar temos problemas relacionados a disputa por modelos econômicos e de sociedade. Independentemente do partido no poder existem coisas na nossa vida que são necessárias para todas as pessoas terem o mínimo básico para conseguir sobreviver.
Estamos em um dilema porque estamos sofrendo...mas a discussão acaba aqui continua na próxima semana...
7 anos do Blog do Tear
Éééé hoje gente!
No dia de hoje o Blog do Tear faz 7 anos!
Uau pessoal!!!
7 anos no ar! Estamos emocionados!
No dia de hoje o Blog do Tear faz 7 anos!
Uau pessoal!!!
7 anos no ar! Estamos emocionados!
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Ilustre visita das Jovens Superstars
Hoje o Grupo do Blog do Tear recebeu duas convidadas que acompanharam uma das integrantes de nosso grupo. Ambas são de São Paulo: Katelyn (17) e Samara (15). Katelyn diz que integra um grupo de RAP feminino, na região de Interlagos e Grajaú (local de origem do músico e rapper Criolo), Zona Sul de São Paulo. O grupo se chama Ladies, e é composto por quatro mulheres. Tivemos um bate papo bem interessante e compartilhamos aqui com vocês um pouco dessa nossa entrevista com essas visitantes tão ilustres.
Segundo um dos nossos membros a sigla RAP (que em inglês significa Ritmo e Poesia) tem o sentido real de Ritmo, Amor e Poesia ou Revolução Através das Palavras! É uma arte urbana que convida as pessoas a refletirem sobre seu cotidiano através de músicas e rimas. Ainda sobre o RAP, nossas convidadas nos dizem que apesar da origem estrangeira (Estados Unidos), o brasileiro deixa uma marca muito forte quando compartilha de um movimento cultural. Sobre isso Katelyn nos diz que "A gente não copia, porque o brasileiro sempre deixa sua essência, fazendo algo original".
Katelyn nos diz que a base do RAP é feita por uma pessoa que sabe mixar e fazer a batida ou beat. Há um produtor que faz o arranjo de vozes e etc... Em cima das batidas, as cantoras cantam suas letras.
Nilton, integrante de nosso grupo, pergunta sobre o envolvimento político das convidadas, na cidade de São Paulo.
"Estamos tentando ficar de olho e aprender sobre a política. De fato, a situação está muito difícil. Discutimos muito sobre o Bolsonaro (Jair Bolsonaro, Deputado Federal pelo Rio de Janeiro e possível candidato a presidente na Eleição de 2018). Somos muito contra o Bolsonaro e suas ideias. Especialmente em relação à aproximação com os militares e a ideia da volta da ditadura."
Nilton pergunta também porque as pessoas não saem mais às ruas, como saíram em 2013, antes da saída de Dilma.
"Isso é por causa da Globo e da grande mídia. Houve uma grande campanha para tirar a Dilma. Porém agora, eles não mostram os "Fora Temer" que vemos por aí. Essas "Reformas" do Governo, não estão ai para ajudar e melhorar a vida do povo."
Conversamos sobre a orientação política de nossas convidadas, como de esquerda ou direita e isso deu possibilidade de uma reflexão bem interessante em que falamos desde a situação do país em diversas áreas como educação, saúde, cultura e transporte.
Dessa conversa algumas reflexões ficaram marcadas na nossa mem´rioa e aqui dividimos com vocês:
"A arte abre portas"
"A arte não é ingrata mas, as pessoas sim."
"Eu gosto de RAP porque abre mentes"
Obs: Recebemos das nossas visitantes uma dica de um video-documentário muito interessante que fala sobre a situação da educação no Brasil, anotem aí!
"Pro dia nascer feliz (Filme)"
quarta-feira, 12 de julho de 2017
os exercicios fisicos são fundamentais para o nosso dia dia muitas vezes a gente nao tem tempo mais a gente se programa algumas pessoas contaram quando eram jovens que nadaram muito nos rios hoje em dia nas cidades grandes e dificil para procurar exercicios a gente sabe que exercicio fisicos são bons para nossa saude mental e para o nosso corpo quando a gente faz exercicios é bom se alimentar melhor tem lugares que nossa cidade nos oferece po exemplo taquaral lagoa do mingone e as praças que tem os aparelhos de exercicios (...)
tem tanbem o estica velho.
tem muitos exercicios adrenalina natação caminhada todos eles são importantes
tem tanbem o estica velho.
tem muitos exercicios adrenalina natação caminhada todos eles são importantes
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