Blog do Tear
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
FESTA JULINA DO TEAR 2026
NO DIA 31 DE JULHO DE 2026 TIVEMOS A FESTA JULINA DO TEAR DAS ARTES
FOI SUPER LEGAL EU ME DIVERTI BASTANTE
EU GOSTEI DE TUDO NA FESTA
O MESMO QUE EU GOSTEI DE UMA COISA EU GOSTEI DE OUTRA
EU NÃO TIVE ESCOLHA
EU APRESENTEI A DISCOGRAFIA DA BANDA DE ROCK BARÃO VERMELHO
EU COMI MUITO SALGADINHO E BEBI MUITO REFRIGERANTE
E COMI MUITO BOLO PRINCIPALMENTE O DE CHOCOLATE
EU VI ALGUMAS PESSOAS QUE GOSTO EU FIQUEI FELIZ.
ESPERO QUE TENHA NOVAS FESTAS NO TEAR.
"Eu gostei achei ótimos comi pipoca eu tomei refrigerante e tomei suco e comi bolo e foi muito bom e sou fui embora por que não queria demorar muito me coloquei respeito e mesmo respeitei uma mulher e mesma uma mulher se colocou respeito ela me respeitou eu não invadi o espaço dela e quanto tanta uma mulher não invadiu meu espaço u que aprendi u que uso sem abusa da liberdade mesmo não abusar da situação respeitando condições de responsabilidade de cada um"
"A festa foi incrível, vieram muitas pessoas, nunca tinha visto o Tear tão cheio. Compareceram pessoas e que participavam do Tear e deram uma sumida, apareceram novamente.
SEGUEM ALGUMAS FOTOS DA NOSSA FESTA !!!

segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Trabalho, respeito e neurodivergência: precisamos falar sobre isso
Falar sobre o mercado de trabalho para pessoas com deficiência e, especialmente, para pessoas neurodivergentes, é falar também sobre respeito, inclusão e compreensão
A neurodiversidade é um termo que se refere à diversidade de habilidades cognitivas e funcionamento mental entre as pessoas. Pessoas neurodivergentes são aquelas que têm diferenças no funcionamento do cérebro em comparação com a maioria da população. Essas diferenças podem incluir autismo, TDAH, dislexia, síndrome de Tourette, entre outras.
Durante uma roda de conversa, surgiram relatos e reflexões sobre as dificuldades enfrentadas no ambiente profissional. Muitas vezes, as pessoas não sabem como lidar com diferentes formas de pensar, aprender, se comunicar e trabalhar. Essa falta de compreensão pode transformar o ambiente de trabalho em um espaço de sofrimento.
Em alguns casos, as dificuldades enfrentadas no trabalho podem contribuir para crises de ansiedade e de pânico. Por isso, discutir inclusão não significa apenas garantir uma oportunidade de emprego. É necessário também criar condições para que a pessoa consiga permanecer e se desenvolver naquele espaço.
Ainda existe muito preconceito. Um dos relatos mostrou como a falta de compreensão pode chegar até mesmo à família. Quando alguém não consegue trabalhar, pode ser visto como "safado" ou como alguém que não quer trabalhar. Mas a realidade pode ser muito mais complexa. Existem barreiras, dificuldades e ambientes de trabalho que podem se tornar tóxicos.
O trabalho também pode ensinar
Apesar dos desafios, o trabalho pode ter um papel muito importante na vida das pessoas. Ele possibilita conhecer outras pessoas, ampliar relações, conhecer diferentes realidades e desenvolver novas habilidades.
O trabalho também pode ser comparado a uma escola: existem momentos bons e momentos difíceis, mas as experiências podem contribuir para o crescimento pessoal e profissional.
Para muitas pessoas da classe trabalhadora, trabalhar também é uma necessidade diante da realidade socioeconômica. Por isso, ter acesso a um trabalho digno e respeitoso é fundamental.
Inclusão precisa ir além da contratação
Uma das principais reflexões da roda foi que não basta contratar uma pessoa com deficiência ou neurodivergente. É preciso saber acolher e compreender suas necessidades.
Isso envolve paciência, diálogo e treinamento das equipes e das chefias. Os gestores precisam estar preparados para lidar com diferentes perfis de trabalhadores e reconhecer as habilidades de cada pessoa.
Em vez de olhar apenas para as dificuldades, é importante perguntar: quais são as habilidades dessa pessoa? Como podemos ajudá-la a se desenvolver?
Um ambiente de trabalho mais inclusivo beneficia não apenas quem possui alguma deficiência ou é neurodivergente. Ele pode melhorar as relações entre todos os trabalhadores.
Trabalho digno é trabalho com respeito
O trabalho é fundamental para nossas relações, nossa autonomia e nossa participação na sociedade. Mas, para que ele cumpra esse papel, precisa ser acompanhado de respeito.
A inclusão no mercado de trabalho não deve ser apenas uma questão de oportunidade. Deve ser também uma questão de dignidade, escuta, adaptação e respeito às diferenças.
Construir ambientes de trabalho melhores exige informação, paciência, diálogo e disposição para aprender. Afinal, cada trabalhador possui uma história, habilidades e necessidades diferentes.
Incluir é mais do que abrir a porta. É criar condições para que todos possam permanecer, participar e se desenvolver.
Observação : créditos da imagem: https://blogfca.pucminas.br/colab/contratacao-neurodiversidade/
segunda-feira, 22 de junho de 2026
CONVITE : "SLAM DA DIVERSIDADE" - 26/06 ÀS 18 HORAS NA PRAÇA EMIL RACHED
Você sabe o que é um slam?
Slam Diversidade - dia 26/06 (sexta) 18h00
Mês do orgulho LGBTQIAPN+ 🏳️🌈
Slam é uma competição de poesia falada, onde cada poeta participante tem o tempo de 3 minutos para sua apresentação, sendo avaliados por jurados escolhidos entre o público presente.
Nosso slam tem como objetivo refletir a respeito das vivências da população LGBTQIAPN+ através da arte, assim o fazemos pois verifica-se a ausência de pessoas da sigla em nossos atendimentos individuais e coletivos, bem como é de conhecimento público o fato de que esta população é alvo constante de inúmeras violências.
Compreende-se que a poesia falada se apresenta como uma importante estratégia artística de protagonismo das pessoas que por vezes são colocadas à margem da sociedade em virtude de marcadores sociais.
Esperamos vocês!!!
Como lidar com frustrações?
Hoje conversamos sobre dificuldades que muitas pessoas enfrentam ao longo da vida. Foram compartilhados sentimentos de vergonha, solidão, rejeição e frustração diante de situações que nem sempre acontecem como gostaríamos.
Uma das pessoas contou que sente vergonha de sair de casa por estar sem emprego e sem um relacionamento. Outra falou sobre como fica nervosa quando é interrompido enquanto está ouvindo suas músicas, pois aquele momento é importante para ela e precisa de tempo para aproveitar e organizar seus pensamentos.
Também surgiram relatos sobre términos de relacionamento. Algumas pessoas descreveram a sensação de terem sido "jogadas fora" ou substituídas, sentimentos que podem causar tristeza e abalar a autoestima. Nessas situações, é importante lembrar que o fim de uma relação não define o valor de ninguém.
A conversa trouxe ainda uma reflexão sobre as frustrações da vida. Todos nós enfrentamos momentos em que as coisas não saem como planejado. Aprender a lidar com essas decepções é um desafio humano. Foi lembrado que muitas pessoas que desenvolvem dependência de drogas encontram dificuldades para enfrentar frustrações e sofrimentos emocionais, buscando uma forma de aliviar a dor.
Outro tema importante foi o sentimento de solidão. Em alguns momentos, podemos acreditar que não pertencemos a lugar nenhum ou que estamos sozinhos em nossos problemas. No entanto, compartilhar experiências mostrou que muitas pessoas vivem sentimentos parecidos. Conversar, buscar apoio e participar de grupos pode ajudar a perceber que não estamos sozinhos.
A principal mensagem da roda de conversa foi que as dificuldades fazem parte da vida, mas não precisam ser enfrentadas isoladamente. O apoio de outras pessoas, a escuta e o respeito aos próprios sentimentos podem fortalecer o caminho para enfrentar desafios e construir novas possibilidades.


























