sexta-feira, 14 de agosto de 2026

FESTA JULINA DO TEAR 2026


NO DIA 31 DE JULHO DE 2026 TIVEMOS A FESTA JULINA DO TEAR DAS ARTES

FOI SUPER LEGAL EU ME DIVERTI BASTANTE

EU GOSTEI DE TUDO NA FESTA

O MESMO QUE EU GOSTEI DE UMA COISA EU GOSTEI DE OUTRA

EU NÃO TIVE ESCOLHA 

EU APRESENTEI A DISCOGRAFIA DA BANDA DE ROCK BARÃO VERMELHO

EU COMI MUITO SALGADINHO E BEBI MUITO REFRIGERANTE

E COMI MUITO BOLO PRINCIPALMENTE O DE CHOCOLATE

EU VI ALGUMAS PESSOAS QUE GOSTO EU FIQUEI FELIZ.

ESPERO QUE TENHA NOVAS FESTAS NO TEAR. 

"Eu gostei achei ótimos comi pipoca eu tomei refrigerante e tomei suco e comi bolo e foi muito bom e sou fui embora por que não queria demorar muito me coloquei respeito e mesmo respeitei uma mulher e mesma uma mulher se colocou respeito ela me respeitou eu não invadi o espaço dela e quanto tanta uma mulher não invadiu meu espaço u que aprendi u que uso sem abusa da liberdade mesmo não abusar da situação respeitando condições de responsabilidade de cada um" 

 "A festa foi incrível, vieram muitas pessoas, nunca tinha visto o Tear tão cheio. Compareceram pessoas e que participavam do Tear e deram uma sumida, apareceram novamente. 


SEGUEM ALGUMAS FOTOS DA  NOSSA FESTA !!!

 
























 

 

 

 

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Trabalho, respeito e neurodivergência: precisamos falar sobre isso


Falar sobre o mercado de trabalho para pessoas com deficiência e, especialmente, para pessoas neurodivergentes, é falar também sobre respeito, inclusão e compreensão

A neurodiversidade é um termo que se refere à diversidade de habilidades cognitivas e funcionamento mental entre as pessoas. Pessoas neurodivergentes são aquelas que têm diferenças no funcionamento do cérebro em comparação com a maioria da população. Essas diferenças podem incluir autismo, TDAH, dislexia, síndrome de Tourette, entre outras.

Durante uma roda de conversa, surgiram relatos e reflexões sobre as dificuldades enfrentadas no ambiente profissional. Muitas vezes, as pessoas não sabem como lidar com diferentes formas de pensar, aprender, se comunicar e trabalhar. Essa falta de compreensão pode transformar o ambiente de trabalho em um espaço de sofrimento.

Em alguns casos, as dificuldades enfrentadas no trabalho podem contribuir para crises de ansiedade e de pânico. Por isso, discutir inclusão não significa apenas garantir uma oportunidade de emprego. É necessário também criar condições para que a pessoa consiga permanecer e se desenvolver naquele espaço.

Ainda existe muito preconceito. Um dos relatos mostrou como a falta de compreensão pode chegar até mesmo à família. Quando alguém não consegue trabalhar, pode ser visto como "safado" ou como alguém que não quer trabalhar. Mas a realidade pode ser muito mais complexa. Existem barreiras, dificuldades e ambientes de trabalho que podem se tornar tóxicos.

O trabalho também pode ensinar

Apesar dos desafios, o trabalho pode ter um papel muito importante na vida das pessoas. Ele possibilita conhecer outras pessoas, ampliar relações, conhecer diferentes realidades e desenvolver novas habilidades.

O trabalho também pode ser comparado a uma escola: existem momentos bons e momentos difíceis, mas as experiências podem contribuir para o crescimento pessoal e profissional.

Para muitas pessoas da classe trabalhadora, trabalhar também é uma necessidade diante da realidade socioeconômica. Por isso, ter acesso a um trabalho digno e respeitoso é fundamental.

Inclusão precisa ir além da contratação

Uma das principais reflexões da roda foi que não basta contratar uma pessoa com deficiência ou neurodivergente. É preciso saber acolher e compreender suas necessidades.

Isso envolve paciência, diálogo e treinamento das equipes e das chefias. Os gestores precisam estar preparados para lidar com diferentes perfis de trabalhadores e reconhecer as habilidades de cada pessoa.

Em vez de olhar apenas para as dificuldades, é importante perguntar: quais são as habilidades dessa pessoa? Como podemos ajudá-la a se desenvolver?

Um ambiente de trabalho mais inclusivo beneficia não apenas quem possui alguma deficiência ou é neurodivergente. Ele pode melhorar as relações entre todos os trabalhadores.

Trabalho digno é trabalho com respeito

O trabalho é fundamental para nossas relações, nossa autonomia e nossa participação na sociedade. Mas, para que ele cumpra esse papel, precisa ser acompanhado de respeito.

A inclusão no mercado de trabalho não deve ser apenas uma questão de oportunidade. Deve ser também uma questão de dignidade, escuta, adaptação e respeito às diferenças.

Construir ambientes de trabalho melhores exige informação, paciência, diálogo e disposição para aprender. Afinal, cada trabalhador possui uma história, habilidades e necessidades diferentes.

Incluir é mais do que abrir a porta. É criar condições para que todos possam permanecer, participar e se desenvolver.


Observação : créditos da imagem: https://blogfca.pucminas.br/colab/contratacao-neurodiversidade/




segunda-feira, 22 de junho de 2026

CONVITE : "SLAM DA DIVERSIDADE" - 26/06 ÀS 18 HORAS NA PRAÇA EMIL RACHED

 




Você sabe o que é um slam?

Slam Diversidade - dia 26/06 (sexta) 18h00

Mês do orgulho LGBTQIAPN+ 🏳️‍🌈

Slam é uma competição de poesia falada, onde cada poeta participante tem o tempo de 3 minutos para sua apresentação, sendo avaliados por jurados escolhidos entre o público presente.

Nosso slam tem como objetivo refletir a respeito das vivências da população LGBTQIAPN+ através da arte, assim o fazemos pois verifica-se a ausência de pessoas da sigla em nossos atendimentos individuais e coletivos, bem como é de conhecimento público o fato de que esta população é alvo constante de inúmeras violências.

Compreende-se que a poesia falada se apresenta como uma importante estratégia artística de protagonismo das pessoas que por vezes são colocadas à margem da sociedade em virtude de marcadores sociais.

Esperamos vocês!!!

ASSEMBLEIA DO TEAR DAS ARTES - 24/06 ÀS 14:00 HORAS. VENHAM PARTICIPAR !!!


 

Como lidar com frustrações?

 



    Hoje conversamos sobre dificuldades que muitas pessoas enfrentam ao longo da vida. Foram compartilhados sentimentos de vergonha, solidão, rejeição e frustração diante de situações que nem sempre acontecem como gostaríamos.

    Uma das pessoas contou que sente vergonha de sair de casa por estar sem emprego e sem um relacionamento. Outra falou sobre como fica nervosa quando é interrompido enquanto está ouvindo suas músicas, pois aquele momento é importante para ela e precisa de tempo para aproveitar e organizar seus pensamentos.

    Também surgiram relatos sobre términos de relacionamento. Algumas pessoas descreveram a sensação de terem sido "jogadas fora" ou substituídas, sentimentos que podem causar tristeza e abalar a autoestima. Nessas situações, é importante lembrar que o fim de uma relação não define o valor de ninguém.

    A conversa trouxe ainda uma reflexão sobre as frustrações da vida. Todos nós enfrentamos momentos em que as coisas não saem como planejado. Aprender a lidar com essas decepções é um desafio humano. Foi lembrado que muitas pessoas que desenvolvem dependência de drogas encontram dificuldades para enfrentar frustrações e sofrimentos emocionais, buscando uma forma de aliviar a dor.

    Outro tema importante foi o sentimento de solidão. Em alguns momentos, podemos acreditar que não pertencemos a lugar nenhum ou que estamos sozinhos em nossos problemas. No entanto, compartilhar experiências mostrou que muitas pessoas vivem sentimentos parecidos. Conversar, buscar apoio e participar de grupos pode ajudar a perceber que não estamos sozinhos.

    A principal mensagem da roda de conversa foi que as dificuldades fazem parte da vida, mas não precisam ser enfrentadas isoladamente. O apoio de outras pessoas, a escuta e o respeito aos próprios sentimentos podem fortalecer o caminho para enfrentar desafios e construir novas possibilidades.


sexta-feira, 12 de junho de 2026

Grupo Savuru apresenta " Dançando Nossas Histórias" na Casa de Cultura Andorinhas!

 É NESTE DOMINGO (14/06) ÀS 14 HORAS NA CASA DE CULTURA ANDORINHAS!!!

 Endereço: Rua Carlos  Renato Frederico, S/N- DIC 1 - Campinas/SP.

 





segunda-feira, 18 de maio de 2026

Entre passado e futuro: conversas sobre o tempo.



    Hoje nossa conversa girou em torno do tempo. Do tempo que passa rápido, do tempo que marca o corpo, da memória que fica e da esperança que ainda caminha na frente da gente.


    Falamos sobre a vida como ciclo. Sobre respeitar os tempos das pessoas, das gerações, das famílias e das mudanças.

    Alguém disse que “a gente não morre e vai para outro mundo”, como quem lembra que seguimos vivos nas lembranças, nos afetos e nas marcas que deixamos.

    Entre a antiga geração e a nova geração, apareceu uma pergunta:

    Se pudesse escolher, você voltaria ao passado ou visitaria o futuro?

    As respostas vieram cheias de desejos, dores e sonhos.

    Teve quem escolhesse visitar o século 22.
    Imaginando um futuro onde acabem o desemprego, a fome, as guerras e a violência.
    Um futuro com mais felicidade, respeito e escolaridade para as pessoas.

    Outras falas voltaram para o passado.
    Teve quem desejasse melhorar a educação.
    Quem quisesse mudar marcas do próprio corpo, transformar cicatrizes antigas em cicatrizes mais leves, quase invisíveis.

    Também surgiram lembranças curiosas e afetivas do presente:
o desejo de que o YouTube não retirasse antigas dublagens, guardando vozes que fazem parte da memória de muita gente.

    Uma fala comentou que o tempo da família parece passar mais rápido.
    Os filhos crescem, os encontros mudam, os dias correm sem pedir licença.

    E teve quem dissesse que não gostaria de voltar ao passado, porque ali existe muito sofrimento guardado.
    Às vezes, seguir em frente é também uma forma de cuidado.

    No meio da conversa apareceu a música “Olha o Trem” de Raul Seixas, atravessando a roda como metáfora da vida:

“Quem vai ficar?
Quem vai partir?
Não precisa de passagem
E nem de bagagem.”

    Talvez o tempo seja isso mesmo: um trem em movimento.
    Alguns embarcam nas lembranças, outros preferem olhar pela janela em direção ao futuro.

     No fim, sobraram palavras simples, mas cheias de sentido:
família, trabalho, respeito, felicidade.

    E talvez sejam elas que continuam viajando com a gente, mesmo quando o tempo acelera.

ATO DA LUTA ANTIMANICOMIAL DE CAMPINAS - 18/05/2026

 





A EQUIPE E FREQUENTADORES DO TEAR DAS ARTES ESTARÂO NO ATO DA LUTA ANTIMANICOMIAL EM CAMPINAS NA ESTAÇÂO CULTURA NESSA SEGUNDA FEIRA DIA DE 18 DE MAIO DE 2026 A 1 HORA DA TARDE.

GIOVANE TESSARI

segunda-feira, 13 de abril de 2026

A Faxineira da Boutique - 17/04 - Gratuito no CECCO Tear das Artes


Vem aí uma história divertida e cheia de surpresas!

Já conferiu o card de divulgação da peça A Faxineira da Boutique? 👀🧹  

Dá uma olhada e venha se encantar com essa apresentação cheia de humor e talento!


📅 Data: Sexta-feira, 17/04  

⏰ Horários:  

* 15h – Tear das Artes  


Não perca! Chame os amigos e venha prestigiar esse espetáculo incrível! 💛

BLOG ENTREVISTA !!!





  

O CECCO Tear das Artes completará 25 anos no dia 17 de dezembro! Para celebrar essa trajetória tão significativa, queremos contar essa história a partir de quem realmente a construiu: seus usuários e profissionais.

    Estamos organizando uma série de entrevistas para reunir memórias, experiências e momentos marcantes vividos no Tear. Se você fez ou faz parte dessa história, sua voz é muito importante para nós.

    Você gostaria de compartilhar suas vivências conosco?

    Venha participar e ajudar a construir essa memória coletiva viva!

📍 Encontros do Blog

🗓️ Todas as segundas-feiras
⏰ Das 09h às 11h

Se tiver interesse, procure nossa equipe e participe!



    





segunda-feira, 6 de abril de 2026

Mulheres: Conquistas e Reconhecimento.



                                         

    Durante o mês das mulheres, discutimos principalmente sobre o tema da violência. No entanto, percebemos que pouco falamos sobre aspectos positivos, como as conquistas femininas ao longo da história.    

     Fernanda Nobre e Regiane Alves, lembradas inicialmente por sua beleza. Isso nos levou a refletir sobre como, muitas vezes, a valorização das mulheres ainda está ligada à aparência.

    Também surgiu a dificuldade de lembrar o nome de uma diretora de cinema indicada ao Ocar. Em contraste, conseguimos citar facilmente vários diretores homens. Foi mencionado o caso de Kathryn Bigelow, diretora de A Hora Mais Escura, que por vezes é lembrada em relação ao seu ex-marido, James Cameron, em vez de ser reconhecida por seu próprio trabalho.

Outro exemplo marcante foi o de Hedy Lamarr, atriz e inventora austríaca-americana que, junto com George Antheil, desenvolveu na década de 1940 uma tecnologia de comunicação por salto de frequência. Essa invenção foi fundamental para o desenvolvimento de tecnologias como Wi-Fi, GPS e Bluetooth. Mesmo assim, sua contribuição científica é pouco reconhecida, enquanto sua beleza é frequentemente destacada.

    A discussão nos levou a questionar: será que valorizamos as mulheres pelo que elas têm a oferecer — suas ideias, talentos e contribuições — ou ainda priorizamos sua aparência?

    Outro ponto abordado foi o conceito de beleza: o que é considerado belo? Percebemos que os padrões de beleza são construções sociais, que mudam ao longo do tempo e podem excluir muitas mulheres. Por fim, discutimos as imagens que temos da velhice e o conceito de etarismo, que se refere ao preconceito baseado na idade, afetando especialmente mulheres mais velhas, que frequentemente se tornam invisibilizadas na sociedade.

    Refletimos também sobre as mulheres que fazem parte do nosso cotidiano, como professoras da primeira     infância e familiares, e como muitas vezes suas contribuições são naturalizadas e pouco reconhecidas.

    È importante ampliar nosso olhar sobre o papel das mulheres na sociedade. Reconhecer suas conquistas , valorizar suas ideias e contribuições são fundamentais para uma sociedade mais justa e igualitária.  Além de questionar os padrões, é necessário transformá-los, abrindo espaços para múltiplas formas de ser, existir e envelhecer. Assim, ao invés de reduzir mulheres à aparência, passamos a enxerga-la em sua totalidade, como protagonistas de suas próprias histórias. 









segunda-feira, 9 de março de 2026

Conflito bélico e seus impactos

 





   Será que o que acontece lá longe vai nos afetar aqui? Estamos vivendo um momento de muitas incertezas, devido aos conflitos que estão acontecendo em várias partes do planeta.

    Com o ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, o mundo pode entrar em um cenário ainda mais instável, sem falar na morte de muitas pessoas inocentes. É um cenário extremamente preocupante, em que muitas vidas podem ser perdidas e o mundo pode enfrentar uma nova crise econômica.

    Além do impacto humano, há também o impacto econômico. O aumento do preço de muitos produtos já começa a ser sentido, principalmente do petróleo. Isso acontece porque conflitos nessa região afetam rotas importantes de transporte de energia. Pelo Estreito de Ormuz passa boa parte do petróleo do mundo, o que mostra o tamanho do impacto que um conflito ali pode causar no mundo. 

    Em vez de guerra, os países poderiam buscar o consenso e tentar chegar a acordos para evitar esse tipo de conflito. A guerra traz destruição, mortes e também aumenta o custo de vida da população, com a alta dos preços de diversos produtos.

Conflitos que acontecem do outro lado do planeta acabam nos atingindo de forma indireta. Quando há medo e incerteza, muitas pessoas começam a comprar em excesso e fazer estoques de produtos. Isso pode gerar aumento de preços nos mercados e contribuir para a inflação.

Outro problema é que, com o conflito, navios petroleiros estão tendo dificuldades para atravessar o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo. Isso pode afetar a oferta de energia e pressionar ainda mais os preços globais.

Infelizmente, em guerras as decisões são tomadas por líderes políticos, enquanto a população sofre as consequências. As imagens e informações que circulam hoje pela internet mostram a gravidade do que está acontecendo, com cenas de destruição e perda de vidas.

Diante de tudo isso, cresce o medo de que conflitos regionais possam se ampliar ainda mais. Caso uma guerra de maiores proporções aconteça, os impactos para o planeta seriam enormes e difíceis de reverter.

Por isso, muitos acreditam que a pressão da sociedade e da opinião pública pode ser importante para buscar soluções diplomáticas e evitar que a situação se agrave ainda mais.

Enquanto acompanhamos tudo isso, uma forma de lidar com o impacto emocional dessas notícias é buscar informações confiáveis, evitar o excesso de exposição a conteúdos alarmantes e manter equilíbrio no consumo de notícias, especialmente antes de dormir, para não prejudicar nossa saúde mental.


quinta-feira, 5 de março de 2026

RELAÇÕES HUMANAS - GIOVANE TESSARI

 


EXISTEM PESSOAS QUE NOS FAZEM BEM NOS TRATANDO BEM
E TAMBEM EXISTEM PESSOAS QUE NOS FAZEM MAL
NOS TRATANDO MAL QUEM NOS FAZ BEM A GENTE PODE CONFIAR
QUEM NOS FAZ MAL A GENTE NÂO PODE CONFIAR
E TEMOS QUE NOS AFASTARMOS
NEM SEMPRE AS PESSOAS VÂO NOS FAZER BEM
QUEM NOS FAZ BEM A GENTE CONFIA
QUEM NOS FAZ MAL A GENTE SE AFASTA
EU ME SINTO MAL QUANDO ALGUEM ME TRATA MAL
EU FUI ACONSELHADO A ME AFASTAR DE QUEM ME TRATA MAL
EU ACONSELHARIA A PESSOA QUE ESTA PASSANDO PELO MESMO QUE EU
A SE AFASTAR DE QUEM FAZ MAL PARA ELA
EU ACONSELHARIA A PESSOA A PROCURAR QUEM ELA CONFIA PARA CONSEVRSAR SOBRE ISSO


GIOVANE TESSARI


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

E aí DIC Bloco Você É!?

 

O carnaval. Festa pagã. Festa popular. Os sentimentos se dividem entre aqueles que não vêm com bom olhos este momento de excessos e também de pessoas que gostam da festa, do contato humano, das possibilidades de encontros que podem durar ou não.

No texto de hoje faremos o resgate do carnaval da comunidade. Nos meados de 2014 existiu na comunidade da região do Ouro Verde, em Campinas, o bloco "DIC Bloco Você É?”. Era organizado pelo CAPS Novo Tempo, CAPS David Capstrano, Tear das Artes, Casa de Cultura Andorinhas e comunidade, fazendo trajeto do Tear das Artes até o bosquinho do DIC I. Com temas relacionados a questões ligadas ao atendimento dos serviços de saúde e outros temas e durou por dois anos.

O bloco "Unidos do Candinho” que acontece no bairro de Sousas, com mais de trinta anos de história ainda em atividade relaciona-se com a história deste espaço do Tear. Ser resistência é importante ainda que pessoas se veem incomodadas por essas formas de manifestação. Ocupar as ruas, chamar a atenção a população para participar, vai além de apenas um chamado para se divertir, tendo espaço de denúncia, de valorização das culturas tradicionais e populares além de pautas afirmativas.

Os blocos de carnaval contribuem de forma importante com a população, com caráter mais fraterno tratam além da alegria e temas sensíveis, campanhas sociais e de saúde, sendo potência para a valorização do senso de comunidade e a interação dos diversos grupos.

As opiniões se divergem, para uns o dinheiro publico gasto em eventos de carnaval é um desperdício, pois poderia ser aplicado em outras pautas importantes. O problema é na verdade os recursos não serem aplicados de forma correta. As questões sociais, políticas são questões importantes, mas responsabilizar o carnaval ser o problema para todas as falhas é um erro. Responsabilizar quem é de fato partícipe das mazelas pode ser o início para compreender onde temos que por nossa energia. Mas o respeito como pauta tem tomado a atenção pois a responsabilidade de certas violências não pode ser atribuída aos que estão ali só pela festa. As escolhas que fazemos no dia a dia têm influência na forma que a vida se apresenta. Não nos esqueçamos disso.

O carnaval como é apontado é um momento de extravasar, relaxar para aquele que trabalha duro, ponto inicial para um ano que se inicia. Esquecer dos problemas, se entregar a folia para ser feliz é revolucionário, livre das obrigações da vida mesmo que por um momento

Abordado o tema carnaval como acima descrito e destacada a sua relevância, fica algumas questões:

Qual a sua experiência neste período de carnaval? Um lugar menos agitado, sem barulho, ou se juntar com amigos e sair para a folia?

Para quem gosta de blocos de carnaval acontece em nossa região o Carna Shangai, é um bloco popular, que costuma arrastar foliões com marchinhas, samba-enredo e o desfile de sua própria bateria de samba. Este evento acontecerá no domingo dia 15/02/2026 com início as 12:00h, na rua Norberto Lopes,97, arena Shangai, bairro Jardim Shangai.

Segue abaixo o registro fotográfico do Carnaval do DIC Bloco Você É?! de 2014.