terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Ano novo, há razões para ser otimista?

                                          

Iniciamos o ano com um otimismo elevado e com muita sabedoria em saber deixar as coisas ruins para trás e ficar focado nas coisas boas.

E com muito respeito, sempre, principalmente aonde se têm a convivência com a mulher e nunca confundir a amizade com outras coisas.

Os sentimentos que expressamos os planos que daremos seqüência marcam muitas coisas para gente, porém temos que parar e pensar, porque os conflitos, não levam a gente a nada.

O que evoca certas prerrogativas em determinar-se melhor do que outra pessoa e sempre achar que o outro está errado, as vezes, este conceito tem que ser revisto pois, pode estar errado.

Estar otimista,  se comemorar o natal  e o ano novo faz refletir, porque neste janeiro de 2026 o mundo continua em guerra, com vários países sob ataque sendo a Ucrânia invadida acerca de quatro anos pela Rússia e a  Venezuela sob ataque à suas embarcações pelo exercito dos Estados Unidos, e em três de janeiro de 2026 o presidente deste país foi “levado” juntamente com sua esposa pela força militar tática americana para o EUA para serem julgados por alegados crimes os quais a comunidade internacional questiona e pede as reais justificativas.

E sem falar da matança que está acontecendo no Irã através da repressão as manifestações contra o regime dos Iatolás. Com milhares de civis mortos por militares, em opressão as manifestações dos iranianos.

Se for pensar direitinho, não se tem motivo para comemorar, havendo grandes conflitos em toda parte no mundo.

E ainda, não se pode esquecer a questão de muitos brasileiros serem perseguidos nos Estados Unidos pela política anti-imigração, pela administração do presidente Donald Trump, onde há a necessidade de imigrante brasileiro casar, neste país, para evitar a possibilidade de ser deportado.

Nunca vamos ter motivo de otimismo? Fica aí a pergunta, pois vivemos num mundo, onde há muitas pessoas más, egoístas e que ignoram as pessoas, sem pensar no mal que fazem. Pessoas que passam necessidade, pessoas que moram debaixo de viadutos, sem as mínimas condições de higiene básica em oposição de receberem auxilio, são em muitos casos culpabilizadas pela situação em que se encontram.

Apesar do otimismo da época, este otimismo, o qual é bem indiferente àqueles que estão fora dos resultados positivos, e que, por vezes os quais nem se quer foram levados em conta para ter espaço e voz e poderem efetivamente presenciar suas almejadas expectativas, sendo estas consistentes, duradouras para além do presente momento.

Enfim, a busca por este sentimento de possibilidade de se estar melhor consigo e com os outros não deve restringir-se a épocas e períodos, mas ao continuo esforço e autodeterminação das ações tomadas em prol do bem comumente compartilhado.

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