quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vivendo no Absurdo: Como viver e conviver com a crise política, social e econômica que estamos vivendo no Brasil

Hoje, 9 de agosto,  completamos 7 anos do nosso Blog e como sempre presenteamos vocês e nós com debates e conversações sobre a vida e a nossa realidade o que é nossa maior virtude.
Chegamos a conclusão de que uma situação está nos tomando a vida. Na nossa opinião essa situação é absurda! Estamos falando da crise política, social e econômica que nosso país atravessa. 
Para grande parte dos nossos membros a situação política tem responsabilidade direta da classe política e em especial nossa atual governo federal. Começando pelo presidente, percebemos que grande parte dos políticos brasileiros estão compromissados com os próprios interesses ou com os interesses daqueles que os financiam, como grandes empresários e pessoas muito ricas que só enxergam os seus próprios interesses.
Na nossa análise esse cenário começa há muitos anos atrás quando algumas reformas se iniciaram. Um ponto que temos acordo é o ataque que a Educação Pública vem sofrendo a décadas. Por exemplo, grande parte das escolas públicas hoje tem um regime de funcionamento em que os estudantes tem aprovação quase que automática sem que seja necessário os estudantes demonstrarem resultados que justifiquem sua aprovação. Na nossa opinião, essas e outras medidas influenciaram na formação política, social e cultural de nossa população e isso nos tornou ainda mais frágeis e ignorantes o que colabora para nossa paralisação e  dificuldade em perceber os ataques aos nossos direitos e conquistas.
Entendemos que temos sido usados como massa de manobra a serviço dos interesses que não nos beneficiam. Achamos que a televisão brasileira tem sido o grande instrumento de convencimento e enganação do povo.
Parece que os governantes hoje querem que a gente volte para trás. Lembramos dos anos 80 quando, apesar das pessoas terem emprego a inflação era altíssima e os preços eram reajustados quase que diariamente. O que fazia com que a população tivesse o poder aquisitivo baixíssimo e a gente quase não conseguia comprar nada. A saúde pública era restrita e só conseguia ter acesso quem tinha emprego com carteira assinada em uma época que a maioria das pessoas era trabalhador informal. A educação pública se dizia de qualidade, porém, o número de vagas era insuficiente para atender a população, o índice de evasão escolar era altíssimo e a maioria das pessoas não conseguia concluir o ensino fundamental.
Conversamos sobre as questões vividas na experiência de cada uma das pessoas. Entendemos que desde os tempos da ditadura militar temos problemas relacionados a disputa por modelos econômicos e de sociedade. Independentemente do partido no poder existem coisas na nossa vida que são necessárias para todas as pessoas terem o mínimo básico para conseguir sobreviver. 
Estamos em um dilema porque estamos sofrendo...mas a discussão acaba aqui continua na próxima semana...