quarta-feira, 4 de abril de 2018

A perseguição do líder popular

No dia de hoje irá acontecer o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília do pedido de Habeas Corpus do Ex Presidente Lula e pensamos que algumas questões precisam ser melhor debatidas, temos posições diferentes sobre o assunto e entendemos que a situação deveria ter encaminhamentos também diferentes.
Achamos toda a situação complicada. Segue abaixo algumas ponderações feitas por nossos mebros sobre nosso debate:
- Esse julgamento tem a ver com a eleição que irá acontecer ainda nesse ano e na minha opinião será proposto um acordo para Lula do tipo que ele abra mão de sua candidatura para Presidente para permanecer em liberdade.
- Não era nem para ele ser julgado ali hoje. Na minha opinião o STF é cúmplice do que está acontecendo hoje. Outros políticos deveriam ter sido presos para que todo esse processo tivesse sido esclarecidos antes e não chegar a este ponto de dividir o nosso país.
- A mídia só divulga aquilo que quer. No jornal hoje eu não vi nenhuma manifestação em defesa de Lula! 
- Eles não querem que ele se candidate, o Lula!
- Percebo que desde o inicio das ações do Juiz Sérgio Moro os ataques e julgamentos tem se dirigido a desestabilizar "governo de esquerda no Brasil".
- Entendo que em nome de um suposto combate a corrupção, que é algo extremamente necessário no nosso país e que pessoas (políticos e civis) tem sido julgados, uma situação de perseguição política está acontecendo em nosso país. Observamos que somente os líderes políticos, como Lula, ligados a partidos de base popular (que no geral chamamos de Esquerda) tem sido os condenados nos julgamentos e líderes políticos de partidos que defendem interesses privados e das classes dominantes (que chamamos em geral de Direita) tem sido absolvidos. Isso é um absurdo! Muitos políticos com evidência concretas foram absolvidos e sequer perderam seus direitos políticos. Porque isso agora com o Lula?
Queremos justiça, mas que a justiça de fato se proponha a julgar os fatos e não façam usam de suas opiniões particulares, aspirações e opiniões político partidárias para exercer sua função.

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